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Criando Amor, Todos os Dias
2015-11-18

O segredo do sucesso? As pessoas. A maior riqueza de qualquer empresa? As pessoas. O maior prazer em ser empreendedor? As pessoas. No caso da The Manipedi, as principais pessoas são as nossas clientes (e os clientes também, claro) e as nossas colaboradoras.

 

Quanto melhor nos conhecemos, mais empatia sentimos umas pelas outras e, quer entre a equipa, quer entre as clientes, quer entre os dois grupos, têm-se criado gradualmente relações de confiança e, até, amizades. Este espírito de amor que nasce do relacionamento (muitas vezes silencioso), da partilha de interesses, do convívio repetido num mesmo espaço, é algo de mágico que decidimos hoje partilhar, especialmente numa semana em que somos assolados pela devastação dos valores humanos e pelo desrespeito do valor da vida. Por isso vejamos o poder das mulheres (nós chamamos-lhes super-mulheres), analisando três cadeias concretas de multiplicação de energia positiva e de criação de Amor, exemplos da beleza humana que temos o privilégio de observar diariamente na The Manipedi.

 

1) A gestora chinesa de um restaurante vizinho varria o chão em frente à nossa loja de Cascais. As nossas colaboradoras saíram para lhe agradecer. Passaram a cumprimentar-se diariamente, a barreira linguística nunca impediu um sorriso ou um aceno. Experimentámos o almoço no restaurante, yum! Poucos dias depois a senhora apareceu na loja, precisava desesperadamente de uma pedicure, estava exausta por tantas horas em pé. Satisfeita, voltou dois dias depois para fazer shellac nas mãos – preto, muito fashion. Ficámos clientes umas das outras, criando valor, serviço, resolvendo necessidades (mãos e pés saudáveis e lindos, e almoços rápidos e saudáveis quando nos esquecemos da marmita!). Nunca trocámos muitas palavras, mas trocamos olhares, sorrisos e o respeito e admiração pelo trabalho de qualidade que fazemos. E vemos o espírito de comunidade florescer.

 

2) Numa vernissage de apresentação da nova colecção dos vernizes OPI duas clientes começaram a conversar sobre as suas cores preferidas. Naturalmente a conversa evoluiu para onde vivem, o que fazem e... descobriram que são as duas colegas e vizinhas! Depois de uma taça de champanhe trocaram cartões, e assim começou uma nova amizade.

 

3) Uma cliente arranjava os pés e queixava-se do marido à sua técnica. Uma outra cliente fazia uma esfoliação aos braços e mãos e confidenciava à sua técnica – “casei novamente mas sinto que continuo sozinha”. O peso da solidão dominava um pouco num desses primeiros dias de frio, mas quando a primeira cliente acabou os pés e se juntou ao bar das manicures... a conversa fluiu entre as duas! Com 10 anos de intervalo mas com muito em comum, das queixas rapidamente passaram às razões pelas quais permanecem nos seus casamentos, aquilo que têm de bom, os esforços dos seus maridos e as suas boas intenções. Trocaram nomes, partilharam gargalhadas com o corpo inteiro e as mãos a bater no colo (ainda bem que era Shellac) e saíram, por fim, para começar o fim de semana animadas e fortalecidas. Agora, sempre que vêm à loja, perguntam invariavelmente uma pela outra. Querem-se bem. 

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