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Quando as mãos não podem parar!
2015-09-14

Esta semana muitas das nossas clientes estão a preparar-se para a rentrée. “Esta semana as minhas mãos não podem parar!”. Nestas alturas recomendamos verniz gel Shellac, para que não tenham preocupações.  Uma mamã confidenciou-nos:

 

“Lavei os bibes novos dos filhotes para a escola, cosi etiquetas (piquei-me!), escrevi e abreviei os seus nomes em fitinhas impossíveis que finalmente alinhei, cortei, colei e engomei nos forros dos calções e das t-shirts.  

 

Corta, estica, pinta. Dobra. Carrega. Pressiona.

 

Vapor... Calor... Dor!

 

Ao lavar e encher os cantis da água apercebi-me que os meus filhos já têm uma vida própria – nem sei o que fazem durante a maior parte do dia, e eles não contam quase nada. Às vezes inventam amigos, talvez porque ainda não tenham feito nenhum, e juram-me todas as noites que comeram tudo na escola e que nunca choraram durante o dia. Mentem-me, para eu não ficar triste. E eu finjo que acredito, e choro um bocadinho por dentro.

 

Depois de cozinhar, de lhes servir o jantar, de limpar o chão (apanhar bocados de carne, limpar água entornada), depois de lhes escovar os dentes e lavar as mãozinhas fofas, começo a vislumbrar o sossego. Para mim, e para as minhas mãos.

 

Depois de tropeçar numa pista, na penumbra do quarto deles, decido contrariada ainda arrumar os brinquedos. O descanso já virá. É só mudar mais uma fralda. Folheio uma das histórias preferidas (“a do elefante diferente!”), faço rimas, canto, tamborilo na parede “Quem é? Quem é? É a tromba!!” e trago-lhes prazer e sorrisos ao adormecer. Puxo os lençóis e dou mais uma festinha a cada um.

 

Quase no descanso das mãos dou por mim a lavar a loiça… “claro que me esqueci outra vez de comprar luvas”, penso, mas sei perfeitamente que não as vou usar.

 

No fim, sirvo-me um copo de vinho, sento-me e observo as minhas mãos – dou graças por ter ido à The Manipedi e feito verniz gel shellac como vocês me recomendaram. As unhas perfeitas, o brilho de cristal. Porque há semanas assim, em que as mãos não podem parar!”

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